Hoje, apenas relendo para quem sabe aprender com minhas visões internas, já que não desejo entrar em redemoinho de versos repetidos. Muito já foi dito, pensado, sentido. Reler como revisitar o tempo passado e perceber os seus ciclos. Depois, talvez, retorne com algo novo. Mas que seja bem diferente destes caminhos trilhados ou destinos perdidos. Como a música, hoje, a pausa, o silêncio agora mais interno que nunca. Um trabalho interno lento, que escuta mais, aprende mais e espreita o salto para fora desta sela, cheia de armadilhas que renascem pelos cantos. Para elas, meu silêncio de sangue e pulsar do coração.
Polifonia (5/03/2013)
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